quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Dream...

Dreams...take me away
Sonho por sonho tal como damos um passo de cada vez, e afinal para que servem? 

-hoje sonhei contigo...
-e o que sonhaste?
-nada... Apenas uma ilusão de que esta tudo bem.
-e era realista?
-era, o coração não batia, tal e qual como aqui...

Espero por ti e espero por ninguem, descubro pelos meus ossos que não passa tudo por uma ilusão. Podemos nascer, podemos viver, podemos morrer... Tudo pode demorar uma eternidade, mas á escala do que nos rodeia não somos nada. 
Quem sou eu? Penso enquanto me aconchego nesta cama fria, mas tu ai ficas olhando, apenas marcando presença no "mundo", não respondes...
Fico com essa certeza... A vida nem sempre corre como pensamos, troca-nos e passamos o tempo sem que ninguem se aperceba por inteiro.

E no fim, tudo não passa de uma ilusão, até que a vida nos escape por entre os dedos...





Cristal clear... But believe me, you only see what i want you to see...
When you really see it, it will be to late...

sábado, 22 de setembro de 2012

Empty

We born once and die more than a hundred times in life...In diferent ways, in diferent places, in diferent times...
Todos os dias entram e saiem pessoas na nossa vida, mas o grande senao é quando partem e levam com elas o pedaço que partilhamos com essa pessoa.
Há pessoas que levam bocados irrisórios e insignificantes, mas há quem mesmo sem partir, nos leve partes inteiras, nos leve a alma inteira...
Vazios, em vacuo, sem sentido ficamos aos poucos...
Resta saber onde o vazio consegue ir...

domingo, 24 de junho de 2012

Ghosts

Ghosts around...

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Sia - Breath me

A noite hoje trouxe me esta musica...
Toca a alma...
Toca o espírito...
Toca o meu ser...

Sia - Breath me

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Pandora

Questionando me sobre a própria essência dei por mim a encontrar um beco sem saida. Tantas portas e tão poucas chaves na mão, restando apenas a tentação de as arrombar, as destruir, a libertar o uivo do vento e vê-lo a passar por onde há muito não se sentia movimento...  Abro a ultima porta, a mais recôndita e escondida, onde a luz já não alcança. Semicerro os olhos na penumbra da escuridão e olho no nada, desvio uma ou outra teia e lá vejo o que se perdeu por aqui. Tanto pó na mesa, tanto pó sobre a caixa em cima dela, um sopro uma tosse e a madeira revela-se velha e carcomida.. Os dedos roçam nas dobradiças e sujam-se na ferrugem, salpico a mesa com as lascas da poerenta e velha tinta. A velha caixa conta os mesmos segundos do tempo, e o seu interior conta os segredos do que devemos temer. Cada um que a abrisse veria os seus próprios horrores, a sua maneira e dimensão, mas esta caixa é minha e só eu a posso abrir, pertence ao meu próprio esquecimento... Eu não queria, mas abri e o que vi lá dentro só os meus olhos podem chorar, e questiono-me se terá sido assim que Pandora se sentiu quando abriu o jarro que lhe foi confiado a nunca a abrir? De tudo o que se soltou so a esperança permaneceu, so a esperança esperou... Mas e o resto que se soltou no mundo? Não sei mas desconfio da certeza... e aquele pequeno espelho no fundo da caixa ainda vai semear dicordias na duvida... Pois quando me vi no reflexo terei visto o que se libertou, ou terei visto o que permaneceu? A unica coisa que sei é que os reflexos não são eternos, quando nos afastamos, também desaparecemos...fugimos... E depois o que resta? Só sei que abri a caixa de Pandora...

domingo, 3 de junho de 2012

Ausência...

Ausência de alma nem sempre significa se estar morto... Por vezes apenas significa que não estamos vivos... existimos... E nos ultimos tempos morri imenso... Não morte fisica, de carne, mas emocional e psicologica... Tenho a alma ferida e a desaparecer... Coisas da vida que nos levam por caminhos desconhecidos, sombrios e enevoados... Ja perdi muito de mim ao ponto de me interrogar se ainda existe alguma coisa por encontrar...