terça-feira, 29 de novembro de 2011

Tear...

É incrivel como por vezes nao nos ocorre nada, e noutros tempos transborda-se de imaginaçao... 
O tempo separa-nos de tal modo que apenas um universo nos pode unir. E assim regressa-se a estaca zero nao onde tudo começou, mas onde ja quase nada existe...
Sinto-te a falta... =(

Lagrima...

domingo, 30 de outubro de 2011

Up side down

Num mundo as avessas os sãos é que sao doidos da cabeça.
Nao me deixo de sentir egoista, mas isto partiu ca dentro... E as questoes estranham em surpreender. Num desejo inopurtuno, a vontade é de ser mais um, apenas mais um...

Darkness exists... And the dangerous place where she live is in our heads...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

2º time

Sinto-me a pessoa mais estupida do mundo...
Simplesmente doi tudo o que a alma tem para doer...

domingo, 2 de outubro de 2011

Somewhere..

Num mundo de minimalistas um "gosto de ti" pode representar tanto...
Nem vou referir o quanto vale um "tenho saudades tuas"... =(





My smile is over there with you, that is the reason I can't smile here anymore...
Miss you...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Let's

Let's go walk, and our feet make they choices...
I just want never forget, what no one knows, our stars, satelites and silence...
Do you remember the first kiss? The perfect place, the perfect moment, in the middle of those magic words?
Those seconds just remain unchanged...
After all, what we know? Distance kill us, but we can be stronger... Let's try the ink and words run, miles and miles.
Jump and join to the stars, you just have being lost from there. Let's jump?
Smile smile smile always smile, change the world, even if just my world.
Look back, and I see a touch in remain, remember always, if you miss me, just look up above, close your eyes, and you will see me look for there too...
Let's so, let's gonna make our promises never fall...
Remember... And we will always smile... =)

For you my little R. =)

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Sit

Sentado.
A espera corta-me o tempo as fatias finas, demoram mais mas saboreiam-se melhor dizem... Mas ate onde permaneço assim? As estrelas nao me falam, mas respondem com o silencio das coisas vãs, ignoram-me na sua imponencia.
Sao parvas, acham se sempre superiores e nao mexem uma palha pelo auxilios de outras... Tal como estrelas, ha pessoas assim, mortos do coraçao...
Ignoram a vida...
Encosto a minha cabeça ao teu ombro e a serenidade repousa novamente em mim, imagino estupidamente, e rio da parvoice.
Ja nao ha nada assim onde possa confiar, e todas as almofadas têm espinhos, e as camas troncos em baixo.
A dor pode nao ser visivel a olho nu... Mas mesmo descansando esta la no incomodo dos doidos...
Olho mais um pouco, e vejo mais alguem ao fundo, vem na minha direcçao, mais um pouco passo por passo, olho e passa por mim...mais um como todos, passam e nem olham, aos poucos e aos tantos me habituo ao desprezo,
-que querias?-olho para mim mesmo.
-desenganar-me de ti e nao querer.
-sabes que nao... E olho para um reflexo cinico... E o odio volta de novo...
O mal creio que reina aqui, ha tanto mais escondido, que a escuridao que ilumina o universo...